segunda-feira, 9 de novembro de 2009

20 anos sem o Muro de Berlim


Que vários outros muros invisíveis sejam também derrubados e que as pessoas tenham garantidos o direito de ir e vir.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009


Não aprendi a ser infeliz, que felicidade!
Talvez parar um pouco e refletir sobre algumas coisas seja o melhor remédio.
Don´t worry, be happy!!!

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

O medo do Amor
(Martha Medeiros)

Medo de amar? Parece absurdo, com tantos outros medos que temos que enfrentar: medo da violência, medo da inadimplência, e a não menos temida solidão, que é o que nos faz buscar relacionamentos. Mas absurdo ou não, o medo de amar se instala entre as nossas vértebras e a gente sabe por quê.

O amor, tão nobre, tão denso, tão intenso, acaba. Rasga a gente por dentro, faz um corte profundo que vai do peito até a virilha, o amor se encerra bruscamente porque de repente uma terceira pessoa surgiu ou simplesmente porque não há mais interesse ou atração, sei lá, vá saber o que interrompe um sentimento, é mistério indecifrável. Mas o amor termina, mal-agradecido, termina, e termina só de um lado, nunca se encerra em dois corações ao mesmo tempo, desacelera um antes do outro, e vai um pouco de dor pra cada canto. Dói em quem tomou a iniciativa de romper, porque romper não é fácil, quebrar rotinas é sempre traumático. Além do amor existe a amizade que permanece e a presença com que se acostuma, romper um amor não é bobagem, é fato de grande responsabilidade, é uma ferida que se abre no corpo do outro, no afeto do outro, e em si próprio, ainda que com menos gravidade.

E ter o amor rejeitado, nem se fala, é fratura exposta, definhamos em público, encolhemos a alma, quase desejamos uma violência qualquer vinda da rua para esquecermos dessa violência vinda do tempo gasto e vivido, esse assalto em que nos roubaram tudo, o amor e o que vem com ele, confiança e estabilidade. Sem o amor, nada resta, a crença se desfaz, o romantismo perde o sentido, músicas idiotas nos fazem chorar dentro do carro.

Passa a dor do amor, vem a trégua, o coração limpo de novo, os olhos novamente secos, a boca vazia. Nada de bom está acontecendo, mas também nada de ruim. Um novo amor? Nem pensar. Medo, respondemos.

Que corajosos somos nós, que apesar de um medo tão justificado, amamos outra vez e todas as vezes que o amor nos chama, fingindo um pouco de resistência mas sabendo que para sempre é impossível recusá-lo.

sábado, 3 de outubro de 2009

Rio 2016!!!


Como ex-atleta que fui e apaixonada pelo esporte, saber que o Brasil vai ser sede de uma olimpíada me deixou emocionada. Jamais pensei que o nosso país fosse capaz de tamanha façanha. Deus queira que eu esteja lá para me emocionar junto com o pessoal da ginástica, do vôlei, do futebol, da natação e de tantos outros esportes que estarão presentes. Acredito e confio no poder de transformação que o esporte proporciona a milhares de jovens no mundo inteiro. Um acontecimento como as olimpíadas tem a capacidade de unir vários povos em um único objetivo: a dedicação ao esporte. E é isso que eu quero ver no Rio em 2016.
Parabéns ao Rio e ao Brasil por ter a oportunidade de sediar um espetáculo tão maravilhoso.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Cada dia que passa fico me perguntando se realmente vale à pena, como futura educadora e mão de obra barata, investir na Educação deste país. Sim, porque não consigo me desvincular do mundo capitalista em que tudo parece ser pago...pasmem vocês, mas numa certa rodoviária da Bahia até para usar o banheiro é preciso pagar (falo isso com conhecimento de causa). Enfim, cada vez que me questiono sobre o futuro dos profissionais da Educação, como acho que serei um dia, penso se é possível viver com as condições atuais oferecidas pelo mercado de trabalho. Logo eu que sempre fui desligada de certos apegos materiais (talvez porque não tivesse necessidade de me preocupar com isso)me pego refletindo sobre os rumos de uma sociedade cada vez mais socialmente injusta, em que o TER vale muito mais que o SER.
Toda vez que esses pensamentos tolos me aparecem, outros tantos me convecem de que é necessário mudar...e como iniciar essa mudança?
Leio agora um livro intitulado: Medo e Ousadia, cujo autor é nada mais nada menos que Paulo Freire, acompanhado do professor Ira Shor. Nele, os dois tratam da questão da educação libertadora, acreditando ser a partir desta que podemos iniciar uma significativa mudança nos padrões sociais vigentes.
Acreditando na proposta de Paulo Freire, vejo que a Educação está longe de ser a salvação da humanidade, mas sem ela tão pouco a humanidade poderá evoluir e se tornar mais justa para todos.
Encerro com um trecho do livro que retrata bem as dificuldades encontradas para quem acredita que pode existir um mundo melhor.


'Aqueles que desmistificam a tarefa de reprodução estão nadando contra a corrente!
Nadar contra a corrente significa correr riscos e assumir riscos. Significa, também, esperar
constantemente por uma punição. Sempre digo que os que nadam contra a corrente são os primeiros a
ser punidos pela corrente e não podem esperar ganhar de presente fins de semana em praias tropicais!'

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Aulas suspensas...

Motivo: H1N1 (mais conhecido como gripe suína).
Não sei até onde vai chegar e quais proporções essa gripe vai tomar. Só sei que pelo menos agora teremos sabonete nos banheiros da Unb. Será preciso também uma 'epidemia' de dor de barriga pra que se tenha ao menos papel higiênico?

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

"Quando a gente conversa
Contando casos, besteiras
Tanta coisa em comum
Deixando escapar segredos
E eu não sei que hora dizer
Me dá um medo, que medo

É que eu preciso dizer que eu te amo
Te ganhar ou perder sem engano
É, eu preciso dizer que eu te amo tanto"


(Cazuza)
Eterno